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Advogados recorrem ao Facebook para investigar júri

GLAUCIMARA BARALDI

23 de fevereiro de 2011 | 15h53

Promotores e advogados de defesa nos EUA estão usando o Facebook para pesquisar sobre as pessoas que forem escolhidas para o júri popular – e até determinar se elas podem ou não participar de um julgamento. É o que mostra uma reportagem do Wall Street Journal publicada nesta semana.

A pesquisa das preferências e propensões dos jurados é uma prática comum no território norte-americano.

A diferença é que agora os advogados conseguem mais dados por meio da rede social, uma vez que podem identificar opiniões, comunidades, amigos e atitudes dos usuários.

Entre as principais “pistas” listadas estão:

Show de rádio e TVs favoritos: dependendo da linha editorial adotada, podem mostrar preferências pessoais.

Discurso: o uso de opiniões fortes e sem medo de compartilhar poderia fazer com que esta pessoa queira “dominar” a discussão.

Nível de Tweets: advogados se preocupam com pessoas que costumam detalhar a vida online. Elas poderiam também conversar sobre as discussões do júri (teoricamente privativas)

Amigos: pode incluir pessoas que lhe influenciam, assim como revelar links que permitiriam desqualificar o jurado.

Isso sem contar os usos de acordo com o caso. Como os tribunais da juventude que analisam os discursos para ver se os réus estão mesmo arrependidos e os advogados de divórcio, loucos para encontrar indícios que permitam extrair mais dinheiro do outro lado.

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