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Bloqueios a redes sociais fecham a semana

GLAUCIMARA BARALDI

25 de fevereiro de 2011 | 17h11

Dois bloqueios a redes sociais, por parte da China e do Google, foram realizados nestes últimos dias da semana.

O governo chinês, já conhecido por censurar poderosos como Google, Twitter e Facebook, fez mais uma vítima nesta sexta-feira (25): o LinkedIn.

A notícia soa imprevisível porque, ao contrário das demais, essa rede social não está focada em debates ou conversas, mas na apresentação de currículos, com um tom muito mais profissional.

O bloqueio se deve ao suposto apoio da rede a um movimento democrático, disseminado pelo termo “Revolução de Jasmim”, que também utilizado pelos revolucionários na Tunísia.

O Google, por sua vez, resolveu bloquear o sincronismo com o Facebook na última quinta (24). Ou seja, nas próximas atualizações do sistema operacional Android o usuário não poderá mais sincronizar seus contatos com os contatos da rede social de Mark Zuckerberg.

Por enquanto, apenas o modelo Nexus S foi afetado por esse bloqueio, mas a companhia deve executar tal ação em demais smartphones. Segundo o Google, isso se deve à “falta de reciprocidade” por parte do Facebook.

Pois o troco parece ser recíproco. Segundo reportagem no jornal El País, a rede Facebook deve bloquear aplicativos que usem os sistemas de publicidade AdSense e DoubleClick, do Google, a partir da próxima segunda-feira (28).

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