As informações e opiniões formadas neste blog são de responsabilidade única do autor.

Duas lojas “fake” da Apple são fechadas na China

Nayara Fraga

25 de julho de 2011 | 13h17

xlarge_fakestore3-300x168.jpg
Cópia. Uma das falsas lojas da Apple na China (Foto: Birdabroad)

Depois das notícias sobre lojas chinesas falsificadas da Apple, autoridades do país fecharam duas delas em Kunming, sul do País, informa a Bloomberg nesta segunda-feira, 25. O motivo, no entanto, não seria o uso indevido da marca da empresa de Steve Jobs, e sim a ausência de alvará de funcionamento.

O fechamento das lojas é o primeiro resultado de uma investigação conduzida pelo governo chinês em torno de 300 estabelecimentos que vendem aparelhos eletrônicos na cidade. Os investigadores, segundo a agência, também encontraram três outros estabelecimentos que usam o logotipo da Apple sem o consentimento da empresa (mas com alvará de funcionamento).

À Bloomberg, um analista em tecnologia afirmou que em áreas fora das grandes cidades é difícil encontrar produtos da Apple. “Para um país grande como a China, a rede de venda da Apple não é grande o suficiente, e a companhia precisa expandi-la.”

Favor. Yu Cheng, que possui três lojas que vendem produtos da Apple sem autorização da companhia, está fazendo um “favor à Apple”, disse o advogado do empresário em uma entrevista, segundo a Bloomberg. O homem já teria solicitado à Apple permissão para vender os produtos.

Os iPhones, iPads e iPods de suas lojas são comprados de vendedores autorizados e vendidos pelo preço listado no site da Apple, segundo informou à agência o gerente de uma das lojas. Ele disse que a margem de lucro é baixa.

A Apple não comentou o caso. E o advogado de Yu afirmou ainda que o empresário tem o direito de investir em quantas lojas quiser, desde que não aja contra a lei. “Se as lojas de Kunming forem lucrativas, Yu pode abrir outras parecidas em outro lugar.”

Tudo o que sabemos sobre:

Apple StoreChinafalsalojas

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.