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Facebook responde com rispidez a homem que se diz dono de 50% da rede social

Nayara Fraga

26 de maio de 2011 | 18h51

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Mark Zuckerberg continua a enfrentar aqueles que clamam participação em sua rede social de US$ 50 bilhões (segundo avaliação do mercado). Hoje houve mais um capítulo da novela “Paul Ceglia”, quem diz ter direito a 50% das ações do Facebook.

Segundo o Bits, do “The New York Times”, a rede social respondeu formalmente na corte “United States District Court” de Buffalo, Nova York, aos trechos de e-mail cedidos por Ceglia à justiça americana que reafirmariam contrato feito quando o site ainda era conhecido como “The Facebook”.

“Este processo é uma ultrajante e descarada fraude na corte”, diz um trecho da resposta. “O pleiteante (Ceglia) é um nato artista de esquemas fraudulentos cuja má conduta tem perpassado décadas e fronteiras”.

O Facebook ainda comenta que os e-mails mostrados por Ceglia são “evidências fabricadas” e que o suposto contrato foi assinado em 2003. Isso significa que o vendedor esperou até 2010 para acionar a justiça dos Estados Unidos, tempo em que a rede social cresceu de modo impressionante.

Zuckerberg e Ceglia se conheceram quando o fundador da rede social ainda era aluno de Harvard. O universitário teria se oferecido para trabalhar para Ceglia no desenvolvimento de um software para mapeamento de rua por US$ 1.000 e, na época, contado sobre o “The Facebook”. O vendedor alega que então deu outros US$ 1.000 a Zuckerberg para que ele continuasse com o projeto “The Facebook”, com a condição de que Ceglia tivesse participação de 50% no software e nos negócios, se o empreendimento evoluísse. (Relembre a história e veja trechos dos e-mails cedidos por Ceglia no Link.)

Nesta quinta-feira, 26 de maio, Mark Zuckerberg participou do encontro do G8, na França, onde questões relacionadas à internet foram discutidas (foto).  Ele destacou a necessidade de resolver “problemas muito importantes”, como segurança e privacidade, segundo a agência de notícias Efe.

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