Google é a General Electric do século 21, diz ‘Financial Times’
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Google é a General Electric do século 21, diz ‘Financial Times’

Mariana Congo

06 de junho de 2013 | 18h23

Começou com as buscas na internet. Mas hoje o Google emerge como uma empresa que cada vez mais domina o mercado consumidor de tecnologia, avalia artigo do Financial Times.

O Google estaria se tornando, no século 21, o que foi a General Electric no final do século 19.

O texto, assinado pelo colunista de negócios John Gapper, compara a figura de Thomas Edison, inventor da lâmpada e um dos fundadores da General Electric, com Larry Page, co-fundador e atual presidente do Google. Ambição sem limites e a capacidade de desenvolver produtos inesperados são características em comum.

No século 19, a energia elétrica era uma tecnologia ainda nova. E foi a extensa gama de invenções de Edison e o aperfeiçoamento de produtos que usavam eletricidade que alimentaram o crescimento da General Electric pelo mundo – de lâmpadas a eletrodomésticos.

O mesmo vale para o Google na atualidade. Segundo o artigo do Financial Times, o Google se tornou uma empresa multifacetada (como a General Electric), capaz de inovar e produzir suas invenções comercialmente.

Praticamente sinônimo de internet, o Google – na estratégia liderada por Larry Page – não tem medo de criar e experimentar novas tecnologias, como carros que não precisam de motorista e os óculos inteligentes. O Google Glass, por exemplo, é um produto alvo de atenção e polêmica mesmo antes do lançamento.

O texto avalia que o Google tem uma posição mais favorável no mercado em comparação a outros gigantes. O sistema operacional Android é líder nos smartphones e, em breve, seus aplicativos vão superar os da Apple em número de downloads.

Apesar de Thomas Edison ser considerado, por biógrafos, um ótimo inventor e um péssimo homem de negócios, Larry Page, segundo o colunista John Gapper, já aprendeu com a história e pode ir além. Assim como as empresas e as pessoas não vivem sem eletricidade, ninguém mais vive sem internet.

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(Foto: Reprodução/Google +)

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