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Hacker estrangeiro que atacar EUA cometerá “ato de guerra”

Nayara Fraga

31 de maio de 2011 | 10h59

O ataque de hackers estrangeiros aos sistemas de instituições dos Estados Unidos poderá ser considerado, daqui para frente, um ato de guerra. O Departamento de Defesa americano concluiu que a resposta para uma sabotagem de computadores com origem em outro país pode ser o uso da força militar convencional, informa nesta terça-feira, 31, o “Wall Street Journal”.

Esta seria a primeira estratégia cibernética formalizada pelo Pentágono. Segundo o diário, ela indica a tentativa inicial de lidar com um mundo em mudanças no qual um hacker pode representar uma ameaça tão significativa a reatores nucleares, metrô ou oleodutos quanto o exército de um país hostil.

“Uma ideia que ganha espaço no Pentágono é a noção de ‘equivalência’. Se um ataque cibernético provoca morte, prejuízo, destruição ou um alto nível de transtorno que um tradicional ataque militar causaria, então ele seria candidato à consideração de ‘uso de força’, podendo merecer retaliação”, diz o “Journal”.

A urgência no desenvolvimento de uma postura mais formal diante de crimes virtuais ocorre em razão dos recentes ataques a sistemas do Pentágono e do alerta acendido pela sabotagem de algumas centrífugas nucleares no Irã, causada pelo vírus Stuxnet. De acordo com o diário, trechos do relatório que delineia a estratégia deverão vir a público no mês que vem.

Leia a reportagem no site do “The Wall Street Journal”, em inglês, aqui.

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