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Leilão de 4G deve render mais de R$ 8 bi para o governo

Segundo leilão da freqüência de telefonia móvel da quarta geração beneficia operadoras, que terão maior alcance com a nova tecnologia

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30 de setembro de 2014 | 09h09

BRASÍLIA – A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel)  promove nesta terça-feira, 30, às 10 horas, o leilão da frequência de 700 mega-hertz (MHz), que será usada para ampliar a tecnologia de quarta geração de banda larga móvel (4G).

O leilão não muda nada para os usuários de telefonia celular, mas significa muito para as operadoras, que terão um alcance maior graças à mudança da freuência de transmissão do sinal com a nova tecnologia.

A expectativa da Anatel é arrecadar até R$ 8,2 bilhões com a venda dos lotes. As operadoras inscritas no pregão – TIM, Claro, Telefônica (Vivo) e Algar Telecom – disputam quatro lotes nacionais de 10 MHz cada e dois regionais.

O preço mínimo da outorga de cada lote nacional foi estipulado em R$ 1,92 bilhão. Os demais lotes terão preço mínimo de R$ 1,89 bilhão, R$ 29,5 milhões e R$ 5,28 milhões.

A faixa de 700 MHz vai complementar a de 2,5 giga-hertz (GHz), leiloada em junho de 2012, também para a tecnologia 4G.

Enquanto a frequência de 2,5 GHz tem mais capacidade e raio de cobertura menor, a de 700 MHz tem abrangência maior e necessita de menos antenas, além de ser usada por diversos países, como os Estados Unidos e a Argentina.

Segundo a Anatel, com a utilização da faixa de 700 MHz, será possível levar telefonia móvel de quarta geração e internet em banda larga de alta capacidade inclusive às áreas rurais, a um custo operacional mais baixo, uma vez que essa faixa é ideal para a cobertura de grandes distâncias.

A abertura dos envelopes ocorrerá em sessão aberta ao público, a partir das 10h, na sede da Anatel. Com Agência Brasil

 

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