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LinkedIn muda política e passa a aceitar cadastro de estudantes a partir dos 13 anos de idade

Mariana Congo

13 de setembro de 2013 | 17h16

O LinkedIn agora permite o cadastro de estudantes a partir dos 13 anos de idade. Para isso, a rede social profissional atualizou seu Termos de Serviço e sua Política de Privacidade na quinta-feira, 12.

A idade permitida varia de acordo com a legislação de cada país (veja abaixo). No Brasil, a idade mínima é 13 anos, enquanto em outros lugares, como nos Estados Unidos e no Canadá, o registro é válido a partir dos 14 anos.

14 anos: Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Espanha, Austrália e Coreia do Sul
16 anos: Países Baixos
18 anos: China
13 anos: todos os outros países, incluindo o Brasil

Segundo o LinkedIn, os estudantes mais ambiciosos já começam a pensar no futuro profissional antes mesmo de entrar no Ensino Médio. Assuntos como em qual faculdade estudar, qual curso fazer e onde morar e trabalhar, segundo a rede social, são relevantes esse nicho pré-universitário.

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“Queremos encorajar esses estudantes a alavancarem seus conhecimentos e conexões dos milhões de profissionais de sucesso que estão no LinkedIn. Assim, eles poderão tomar decisões com mais informações e começar a carreira com o pé-direito”, diz o diretor da área legal do LinkedIn, Eric Heath, em post no blog da empresa.

Os perfis de usuários menores de 18 anos têm configurações de privacidade diferentes, com o objetivo de limitar as informações públicas mais facilmente.

Parte dessa estratégia para atrair o público jovem, em agosto o LinkedIn lançou um serviço com páginas de universidades do mundo todo, chamado University Pages. No Brasil, a rede social tem mais de 13 milhões de usuários.

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