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Sarkozy incomoda CEOs da internet no e-G8

Nayara Fraga

24 de maio de 2011 | 19h58

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O primeiro dia do fórum e-G8, que reúne em Paris representantes de grandes empresas da web, mexeu com os ânimos de quem esteve presente no evento. No primeiro painel, após o discurso de Sarkoky, comentários de empreendedores e professores universitários sobre a defesa do espírito livre da internet foram os que receberam mais aplausos, segundo o Financial Times.

O diário observou que no início da conferência já havia manifestações contrárias à posição de Sarkozy. John Perry Barlow, co-fundador da Electronic Frontier Foundation (empresa que defende os direitos civis na esfera digital) ironizou fala do presidente francês no Twitter: “A internet é uma nova fronteira, um território a ser conquistado” – Sarkozy. ”E eu estou em Paris para detê-lo.”

A resposta refere-se às restrições que Nicolas Sarkozy  impôs no âmbito da internet, como a Lei Hadopi, que prevê até corte de conexão para quem faz downloads ilegais várias vezes. No encontro, ele disse que os países não podem continuar neutros e permitir o uso completamente desenfreado da internet. (Veja mais aqui.)

O presidente da Google, Eric Schmidt, reiterou sua oposição a medidas regulatórias, segundo o FT. “Antes de decidir se precisamos de soluções regulatórias, vamos questionar se existe uma solução tecnológica que nos possibilite contornar os problemas. Nós vamos nos mover muito mais rápido que os governos. Deixe os governos sozinhos.”

Os resultados da conversa com os gigantes da web, cuja segunda parte ocorre amanhã com participação de Mark Zuckerberg, do Facebook, serão apresentados na reunião do G8 em Deauville, na França.

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