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Vírus criados para Android crescem 37% no 3º tri

Nayara Fraga

21 de novembro de 2011 | 12h48

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Popular.  sistema operacional móvel do Google está presente em 200 milhões de celulares

Os hackers e cibercriminosos estão aproveitando a popularidade dos celulares baseados em Android para, cada vez mais, criar vírus e infectar os aparelhos. Quase todos os novos softwares maliciosos (também conhecidos como malwares), criados de julho a setembro, surgiram com a finalidade de atingir Androids, mostra pesquisa da McAfee.

O estudo revela que o volume de malwares no sistema operacional móvel do Google aumentou 37% em relação ao trimestre anterior. O vice-presidente sênior do McAfee Labs, Vincent Weafer, diz em comunicado divulgado à imprensa que o cenário de ameaças de agora inclui ataques de “alto nível de sofisticação”.


Seu smartphone também pode ser infectado por um vírus

A forma mais comum de atingir os smartphones, detectada nesse período, foi por meio do envio de vírus por sms, os quais tentam coletar informações e roubar dinheiro. “Outro novo método de roubar informações do usuário é com o malware que grava chamadas telefônicas e as encaminha para o criminoso”, afirma a McAfee.

Em razão da proliferação de programas maliciosos neste ano, a empresa aumentou sua previsão de 70 milhões de malwares no fim de 2011 para 75 milhões de malwares, o maior volume da história dos softwares produzidos com a intenção de causar prejuízos aos usuários.

Como é feito o ataque. Independentemente do sistema, a vulnerabilidade em smartphones é uma possibilidade real, assim como em computadores. Veja infográfico que explica, em inglês, como os malwares atacam aparelhos de diversas marcas. Alguns dos perigos destacados são: roubo de senhas de banco; acesso a dados pessoais; exclusão de dados do telefone; telefone forçado a mandar mensagens para números específicos; funcionamento do celular afetado; e uso do aparelho infectado para atacar outros aparelhos.

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