Wikileaks abre lojinha

Coluna

Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

As informações e opiniões formadas neste blog são de responsabilidade única do autor.

Wikileaks abre lojinha

GLAUCIMARA BARALDI

23 de fevereiro de 2011 | 14h11

Os interessados em contribuir para a causa do Wikileaks ganharam um meio para isso: a compra de roupas e acessórios por meio de sua loja virtual.

A organização, que se diz sem fins lucrativos, afirma que o valor será totalmente destinado à continuidade das operações do site, famoso por divulgar informações sigilosas da diplomacia global.

Entre os produtos estão camisetas, agasalhos, bolsas, mochilas, cases para laptop, bonés, broches, guarda-chuva e até cachecol. Para ter ideia de preço, as camisetas custam em torno de US$ 25, mas o frete pode sair caro: US$ 4,5 para os EUA e US$ 12,99 para o Brasil – com a ressalva de que outros custos podem aparecer de acordo com impostos.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências: