Seguro difícil de encontrar

Denise Juliani

29 de julho de 2010 | 21h48

Não é fácil encontrar um seguro contra roubo de celular, notebook e outros aparelhos do gênero. Nas minhas pesquisas só achei a Porto Seguro que faz apólices de aparelhos com até três anos de fabricação. A proteção para um netbook de R$ 1.400 sai por R$ 165,37, ou 11,81% do valor da nota fiscal. Mas em caso de sinistro, a empresa paga R$ 1.120, pois considera um “custo de depreciação”, de R$ 280.

No mais, existem as parcerias de algumas lojas com seguradoras, mas só para a hora da compra do eletroeletrônico portátil. A Fnac, por exemplo, tem acordo com a seguradora RSA. Foi lá que fiz o seguro contra roubo e queda do meu netbook.  Me custou R$ 259,80, 20% do valor do bem. E não há renovação, pois eles mesmos admitem que o custo não compensa. Esses equipamentos ficam obsoletos muito rápido… 

 Anos atrás quando comprei um celular mais caro que a média aceitei fazer o seguro oferecido pela operadora, a Vivo. O valor era descontado na conta mensal. O tempo foi passando e todo mês tinha esse desconto, que não era pequeno.

Sem que eu percebesse, passou-se um ano, prazo regulamentar dos contratos de seguro, e os descontos continuaram. Só que o celular, que um ano antes era um artigo caro, no ano seguinte era coisa velha. Ou seja, o risco de ser roubado era muito próximo de zero. 

Quando tentei cancelar, ninguém na operadora sabia como fazer. Embora tenha comprado o produto  lá, precisei falar com a seguradora (a espanhola Mapfre). E só depois descobri que preço que eu pagava todo mês era muito mais alto do que o de uma nova apólice por um aparelho com o mesmo perfil.

Tudo o que sabemos sobre:

celularMapfrenetbookPorto SeguroseguroVivo

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.