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O chefe tem de estar pronto para fazer o ‘trabalho sujo’

Fernando Scheller

26 de março de 2012 | 19h37

Hoje em dia, nas organizações, é comum que os trainees e profissionais júnior tenham como meta de vida ser gestor, ter um cargo de gerência para exibir no currículo. Todos carregam na cabeça a imagem do líder motivador, que incentivará seus funcionários a trilhar os caminhos para um melhor resultado para a empresa.

No entanto, segundo o consultor Victor Martinez, da Thomas Brasil, o chefe precisa estar pronto para fazer o “trabalho sujo” da liderança. Ou seja: dar feedback negativo, tomar medidas impopulares (como cortes de custos e benefícios, quando for o caso) e aplicar sanções a seus subordinados, caso necessário.

“Isso não ocorre de uma hora para a outra. É preciso identificar antes quem tem o perfil para ser líder”, diz Martinez. “Você pode treinar uma pessoa para ser chefe, mas é preciso saber antes se ela entende a função e se tem vontade de ir adiante. Só depois disso você pode ensinar o que é preciso e deixar que ela pratique o que aprendeu.”

 

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