O que eu faço tem valor para o mundo?

Fernando Scheller

27 de julho de 2010 | 20h25

Se você está pensando isso, não está sozinho. De acordo com um reportagem publicada no “The New York Times”, muita gente se pergunta isso em algum momento da vida profissional. O problema, porém, reside na resposta: se você não acha que seu trabalho tem importância alguma, provavelmente está na profissão errada.

A escolha profissional, ainda mais no Brasil, costuma ser bastante precoce. De 17 para 18 anos, a pessoa tem de escolher a profissão que vai exercer para o resto da vida. Nos EUA, por exemplo, essa escolha é adiada em dois anos, pois o período inicial da universidade (college) prevê um período de estudos gerais antes da escolha de uma profissão (major).

Outro ponto interessante da reportagem é o motivo que levou à escolha da profissão: se você escolheu por pressão dos seus pais ou porque era a profissão da moda, também pode ter um problema em mãos.

Você pode estar se perguntando: o que eu, que estou no meio da minha carreira, posso fazer para compensar essa insatisfação palpitante? Refletir é um bom começo. Afinal, mudar totalmente de área pode ser apenas uma ilusão. Nenhum emprego será somente divertido e estimulante: todas as profissões têm sua parcela de desafios.

Para ler o texto original do “NYT”, em inglês, clique aqui

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