Última chance para concorre a curso na Nasa e US$ 1 milhão

Concurso promovido por Chivas 'The Venture' premiará empreendedores sociais preocupados em criar impacto social positivo

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20 Outubro 2015 | 14h37

Os empreendedores sociais com empresas e ideias inovadoras que têm como objetivo novas formas de desenvolver o bem-estar coletivo podem se inscrever até o dia 25 de outubro  no ‘The Venture’, acessando o portal www.theventure.com. O concurso criado pela marca de whisky Chivas Regal está com inscrições abertas desde setembro e busca encontrar os empreendedores sociais mais promissores do País. A iniciativa tem como prêmio um curso na Singularity University, da NASA, e um workshop de uma semana no Vale do Silício, na Califórnia. O vencedor da etapa nacional ainda concorre com os finalistas dos demais países participantes, ao prêmio final de US$1 milhão.

 ‘The Venture’ está em sua segunda edição e tem o intuito de apoiar propostas de negócios que buscam o sucesso enquanto geram um impacto social positivo, fornecendo orientação e US$ 1 milhão em assistência financeira. O finalista será escolhido por um júri especializado composto por nomes como Lucas Foster, Guilherme Lichand, Maria Prata e uma referência internacional de empreendedorismo social.

Em 2014, foram 20 empreendedores sociais de todo o mundo que receberam um treinamento de uma semana no Vale do Silício, na Califórnia. Esses finalistas tiveram a oportunidade de conhecer empresas líderes em tecnologia, serem orientados por especialistas. O prêmio final foi dividido e US$ 250 mil, foram alocados aos participantes de acordo com uma votação popular no site theventure.com. Os US$ 750 mil restantes foram entregues a cinco projetos que provaram todo seu potencial de transformação social.

O Brasil foi representado na competição global pelo projeto MGov, de Guilherme Lichand. A MGov é uma consultoria que oferece soluções baseadas em celulares populares para avaliar ações de impacto social. Para chegar à maioria da população, Guilherme foi à contramão dos aplicativos para smartphones, que não tem grande penetração no Nordeste e nas zonas rurais do País. Desta maneira, a MGov coleta dados de celular de tecnologia analógica, analisando e entendendo as demandas por serviços e informando caso algum programa social ou privado atrase.

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