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Plataforma digital ajuda no controle de plantas daninhas

Ferramenta possibilita fazer a aplicação localizada de defensivos agrícolas

BASF, Media Lab Estadão
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02 de dezembro de 2020 | 10h44

Produzir de forma sustentável é o desafio do agricultor do século 21. Para ajudá-lo a alcançar este objetivo, a BASF lançou o xarvio FIELD MANAGER, uma plataforma digital apresentada comercialmente no Brasil este ano. A novidade foi tema de um dos painéis do Summit Agro 2020, que aconteceu em novembro. “O produtor busca cada vez mais extrair o máximo de cada ponto da sua área, por isso não falamos mais da fazenda como um todo, mas de talhões específicos”, diz Lucas Marcolin, gerente comercial de produtos digitais da Divisão de Soluções para Agricultura da BASF.

Só na soja – cultura de maior importância econômica para o Brasil – a matocompetição pode causar perdas potenciais de 80%. Por isso, um dos serviços da plataforma da BASF é o mapeamento digital de plantas daninhas. A solução já está sendo usada pela Amaggi, a maior trading de capital nacional, com produção de grãos e fibras em 258 mil hectares. No ano passado, o grupo fez um teste com o xarvio e aprovou a tecnologia,

que passou a ser usada em todas as fazendas. Uma delas é a Itamarati Norte, que fica emCampo Novo do Parecis (MT) e está aplicando os recursos da plataforma em 10 mil hectares.

“Os agrônomos da fazenda dizem ao pessoal da BASF quais os talhões estão com maior incidência de plantas daninhas. Eles vêm até aqui com vant (veículo aéreo não tripulado), tiram fotos da área e, por meio das imagens geradas, o algoritmo deles diz onde tem o capim amargoso (erva daninha de muita incidência na região) e gera uma zona de aplicação do herbicida”, explica Diego Menez da Mota, líder de agricultura digital da Amaggi na unidade. Outro produto disponível é o xarvio SCOUTING – um aplicativo gratuito nas versões iOS e Android – que possibilita ao produtor com um celular em mãos identificar ervas daninhas e reconhecer doenças na lavoura.

A BASF também está trazendo para o Brasil o xarvio Smart Seeding, ferramenta que proporciona ao agricultor – por meio de mapas de potencial produtivo gerados através de histórico de 10 anos imagens de satélites – mapas de zonas de plantio para semeadura em taxa variável.

Com estas informações, o produtor poderá variar a quantidade de sementes com objetivo deatingir o maior potencial produtivo em cada zona do seu talhão. Para aprimorar as ferramentas do xarvio, a BASF fez uma joint venture com a Bosch, que irá desenvolver sensores para aperfeiçoar tanto a semeadura quanto a aplicação de defensivos.

Produção sustentável

Os gastos com defensivos agrícolas podem chegar a 50% do custo na produção dependendo do ano, da cultura, da incidência de pragas e ervas daninhas e do valor do dólar. Neste contexto, não usar mais insumos do que o necessário é essencial para as contas fecharem no azul. Além do ganho ambiental por otimizar a quantidade de herbicidas aplicados em 61% em média, o xarvio resulta em economia no custo de produção e contribui para diminuir a resistência de plantas daninhas aos defensivos agrícolas. Resistência causada pelo mau uso de agroquímicos, que leva as moléculas – que demoraram anos para ser desenvolvidas – a perder a eficiência em pouco tempo. “Isso é um problema não só do Brasil, engloba mais de 70 países, mais de 90 culturas, e mais 500 espécies [de plantas invasoras resistentes]”, finaliza Marcolin.

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