Sem CPMF, cortes no Orçamento poderão alcançar R$ 30 bi

Informação é do relator José Pimentel, que diz que só em fevereiro divulgará áreas que sofrerão cortes

Agência Senado

27 de dezembro de 2007 | 17h47

Com o fim da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), o Orçamento da União para 2008 pode ter um corte de cerca de R$ 30 bilhões, confirmou nesta quinta-feira, 27, o relator-geral da Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO), deputado José Pimentel (PT-CE).  O relator informou que somente após o dia 12 de fevereiro - ou seja, após o recesso parlamentar - é que irá divulgar em que áreas serão feitos os cortes, tomando por base o levantamento dos dados colhidos junto aos três Poderes que, informou, começará a chegar na Comissão de Orçamento a partir do dia 8 de janeiro. José Pimentel, em entrevista à Rádio Câmara, garantiu que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva irá cumprir o acordo fechado entre a área econômica do governo e as centrais sindicais que permitirá o aumento do salário mínimo, no próximo ano, de R$ 380,00 para R$ 408,90. Depois de informar que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) não sofrerá cortes, José Pimentel deixou claro que a Saúde, entretanto, deve ser prejudicada no Orçamento de 2008. O parlamentar também voltou a alertar que todas as emendas- individuais, de bancada e de comissões - sofrerão cortes.

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