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Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

246 medicamentos terão reajuste

Dos 17 laboratórios que já apresentaram seus relatórios de preços ao governo, apenas 8 estão autorizados a fazer reajustes, segundo balanço divulgado ontem pela Câmara de Medicamentos. Os demais praticaram aumentos médios acima de 4,4%, entre agosto de 1999 e novembro de 2000, e agora estão impedidos de elevar os preços novamente. Os reajustes vão atingir 246 dos 393 produtos dos laboratórios autorizados, incluindo as diferentes apresentações de um mesmo medicamento. Haverá redução de preço em 29 remédios do Instituto BioChimico, que optou por praticar aumento em apenas 16 itens. Os demais produtos permanecerão com o valor atual ou já deixaram de ser fabricados.Apesar de autorizado a reajustar o valor de seus produtos, o laboratório Zodiac optou por não praticar aumentos. Já o Fármaco, que não pode fazer reajuste, decidiu baixar os preços em 6,64%. Os outros sete laboratórios autorizados a subirem preços vão adotar índices médios de 1,33%, no caso do Servier, a 4,4% - Novo Nordisk, Instituto BioChimico, Farmoquímica, Marjan e Smithkline Beecham Brasil. O reajuste do Feerrings será de 2%.

Agencia Estado,

18 de janeiro de 2001 | 18h55

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