28% dos brasileiros vão ampliar gastos no Natal

Pesquisa da Deloitte revela que 39% dos entrevistados planejam desembolsar a mesma quantia do ano pasado

WLADIMIR DANDRADE, O Estado de S.Paulo

25 de novembro de 2011 | 03h05

Pesquisa da empresa de consultoria Deloitte mostra que 67% dos brasileiros pretendem gastar mais nas compras de Natal deste ano ou a mesma quantia do que no ano passado.

De acordo com a Pesquisa de Natal 2011 - Intenções e expectativas do consumidor brasileiro, 28% dos 1.068 entrevistados planejam gastar mais neste ano e 39%, quantia igual. Esses números demonstram estabilidade em relação à pesquisa realizada no ano passado, quando 26% pretendiam gastar mais que no Natal anterior e 36%, o mesmo valor. A margem de erro da pesquisa é de 4%.

Os consumidores dispostos a fazer gastos mais elevados no fim deste ano se encontram no Nordeste (33%) e no Centro- Oeste (32%). As Regiões Sudeste, Sul e Norte ficaram com índices mais baixos, respectivamente, com 22%, 25% e 28%.

Dos gastos previstos pelos consumidores, 30% vão para a compra de presentes, sendo que os produtos com valores entre R$ 50 e R$ 99 foram os mais citados (32%). Depois, 18% disseram que pretendem comprar vestuário, 17% querem fazer melhorias na casa, 15% informaram que pretendem fazer gastos com comida e bebida, 12% devem gastar em diversão fora do lar (viagens e passeios), 5% com a compra de celulares ou computadores e 3% responderam outras opções.

Presentes. Na análise por regiões, a maior procura por presentes deve vir do Sul, onde 37% responderam que essa é a prioridade dos gastos de fim de ano. Esse tipo de produto também é o mais citado entre os consumidores do Sudeste (33%). No Nordeste, a preferência (24%) é para melhorias da casa, enquanto no Norte a previsão é o gasto com vestuário (24%) e no Centro-Oeste, com viagens e passeios (18%).

A melhora nas condições financeiras da família é a principal motivação para se gastar mais. Segundo o estudo, 56% dos brasileiros acreditam que estão muito melhor ou um pouco melhor financeiramente este ano. Apenas 6% responderam se encontrar em pior condição financeira do que no Natal de 2010.

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