Alex Silva/Estadão
Alex Silva/Estadão

63% dos paulistanos querem presentear suas mães no próximo domingo

Entretanto, valor médio do presente deve ser 5% menor em relação a 2018, de acordo com pesquisa da Fecomercio

O Estado de S.Paulo

10 Maio 2018 | 17h06

Uma pesquisa realizada pela Fecomercio apontou que o porcentual de paulistanos que desejam presentear suas mães no próximo domingo subiu para 63%, número 4% superior ao que o levantamento registrou em 2017. O presente que 34,5% dos entrevistados vão comprar está no item “vestuário, calçados e acessórios”, seguido de “perfumes e cosméticos”, 15,5% e “eletrodomésticos”, 8,5%.

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O valor médio do presente, entretanto, caiu 5%, de R$ 222 para R$ 211. De acordo com a Fecomercio, o número não deve alterar a perspectiva de alta no volume de negócios realizados na data, já que o percentual de pessoas que desejam presentear suas mães é superior ao do último ano. A projeção da Boa Vista SCPC é que as vendas para a data comemorativa devam crescer entre 4,5 e 5% em 2018.

 

Ainda de acordo com a pesquisa da Fecomercio, o porcentual de pessoas que acabam comprando lembranças para suas mães é maior do que o número de pessoas que dizem que vão comprar. Em 2017, após 59% dos entrevistados afirmarem que comprariam presentes para suas mães, 70% das mães afirmaram ter recebido presentes.

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De olho nas altas taxas de juros do cartão de crédito, o número de entrevistados que pretende realizar suas compras à vista é de 80%, segundo a pesquisa. 95% deles ainda declararam que não estão dispostos a contratar um empréstimo para comprar presentes. Além disso, 43% afirmaram que deixariam de efetuar as compras na data específica para aguardar uma eventual promoção após o dia comemorativo.

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Entre os entrevistados que não comprarão presentes, 7,6% declararam que estão desempregados e outros 45,5% alegaram que não possuem condições financeiras ou estão endividados. Na percepção dos consumidores quanto ao cenário econômico, 40% apontaram que o momento atual para presentear suas mães é pior do que em 2017, contra 35% que acreditam que houve melhora.

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