Coluna

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73,9% das estradas brasileiras têm problemas

A Confederação Nacional do Transporte (CNT) constatou que 73,9% das rodovias do País apresentam algum tipo de problema. Na sua pesquisa anual, divulgada ontem, a CNT avaliou 87,6 mil quilômetros de estradas pavimentadas e atribuiu apenas a 26,1% desse universo as qualificações de ótima e boa. A qualificação regular foi dada a 40,8% das rodovias. Do universo restante, 22,1% foram tachadas como ruins e 11%, péssimas. O presidente da entidade, Clésio Andrade, alertou que esse quadro é resultado da gestão deficiente do governo e do pequeno volume de recursos destinado pela União ao setor. Para a CNT, elevar a malha rodoviária do País à condição de ótima exige investimento de R$ 23,4 bilhões, sobretudo do governo federal. A Pesquisa Rodoviária 2007 envolveu a análise da qualidade do pavimento, da sinalização e da geometria das estradas. As avaliações foram feitas a cada 10 quilômetros das vias. O resultado apontou diferenças mínimas em relação à pesquisa de 2006. As Regiões Norte e Nordeste apresentaram os quadros mais críticos. No Norte, 46,8% das rodovias foram qualificadas como ruins ou péssimas. No Nordeste, esse porcentual é de 47,6%. Na outra ponta, o Sudeste apresentou classificação de ótima e boa para 35,9% das rodovias - reflexo do processo de concessão para a iniciativa privada. Apenas em São Paulo, o Estado que mais apostou nesse modelo, 73,3% das estradas receberam a qualificação superior. Um trecho da Rodovia Washington Luiz (SP-310) foi classificado como a melhor estrada do País. A rodovia é administrada pela Centrovias, da OHL, que venceu os cinco lotes de rodovias federais no último leilão. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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