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98% dos exportadores não viram medida alguma do governo Lula

O discurso oficial sobre a necessidade de aumentar as exportações ainda não se reverteu em medidas concretas. É o que mostra uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Comércio Exterior ( Abracex) sobre os 120 dias do governo Luiz Inácio Lula da Silva. Entre os cerca de 500 associados que responderam ao questionário, 98% disseram ainda não ter percebido qualquer mudança no comércio exterior. A medida mais esperada pelos empresários era a centralização de comando das operações comerciais externas, que hoje inclui diversos ministérios e câmaras, como o Desenvolvimento, a Fazenda e a Câmara de Comércio Exterior (Camex). A redução da burocracia foi a segunda ação que os associados esperavam acontecer.Dos entrevistados, 59% consideram o patamar de câmbio mais razoável para as operações externas entre R$ 3,00 e R$ 3,50. 41% preferem entre R$ 2,70 e R$ 3,00. Em relação à atual oscilação da taxa de câmbio, 45% admitiram que as variações podem afetar o comércio externo de sua empresa. Outros 40% acreditam que não tem efeito, e 15% não souberam responder. Ao serem questionados sobre se a atual linha de produção teria condições de atender ao aumento das demandas interna e externa, 80% responderam que não, 15%, sim, e 5% não responderam. 90% delas precisam de novos equipamentos para aumentar a produção.

Agencia Estado,

08 de maio de 2003 | 14h45

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