‘A crise não afetou o mercado de estética brasileiro’, diz Lucy Onodera

Diretora da Onodera, a maior rede de clínicas de estética do país, planeja inaugurar mais três unidades em 2010 e foca a expansão da empresa nos estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais

Leticia Bragaglia, do Economia & Negócios,

26 de outubro de 2010 | 12h07

As turbulências na economia mundial não afetaram a disposição das mulheres em cuidar da beleza. Lucy Onodera, diretora da rede de clínicas de estética que leva o nome da família, conta que a crise não impediu um crescimento de 25% no faturamento da empresa em 2009. "Passamos por um processo de reestruturação da marca que nos posicionou bem no mercado," diz a empresária, que projeta um crescimento de 30% no faturamento deste ano (veja a entrevista completa no vídeo abaixo)

Segundo Lucy, as mulheres não deixaram de se presentear com tratamentos estéticos. Atualmente, cada cliente que entra em alguma das 53 clínicas da Onodera, gasta, em média, R$ 1,3 mil em tratamentos de combate à celulite, estrias e gordura localizada.

Em entrevista ao Economia & Negócios, a empresária conta que seu maior desafio como gestora de uma empresa ligada à saúde é manter a padronização dos tratamentos em toda a rede de franquias, o que nem sempre é fácil. Além do treinamento presencial e virtual dos funcionários, Lucy também recorre à chamada cliente oculta para garantir a qualidade dos serviços. "É uma pessoa que visita as franquias como se fosse uma cliente comum, e depois nos relata como foi o atendimento," explica Lucy.

Para driblar a concorrência, a empresária investiu também em um centro de pesquisas e tecnologia, onde os tratamentos oferecidos pelos fornecedores são testados. Veja a entrevista completa no vídeo anexado, no qual a empresária conta a história da Onodera, fundada por sua mãe, Edna, no início dos anos 80.

Crise não afetou mercado de estética

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