À espera da retomada da economia nos EUA

A catarinense Tigre inaugurou sua primeira fábrica de conexões fora da América Latina no dia 22 de agosto de 2007, nos Estados Unidos - exatamente no mês em que a crise financeira começou a dar os primeiros sinais de que estava chegando. A construção civil, onde estão os principais clientes da Tigre, foi um dos setores que mais sofreu no mercado americano. Só agora a subsidiária começou a dar um lucro modesto. "Estamos esperando a retomada total da economia para crescer junto com ela", diz Evaldo Dreher, presidente da companhia.

O Estado de S.Paulo

27 de agosto de 2012 | 03h05

Como já tem 50% do mercado brasileiro de tubos e conexões, a empresa aposta no crescimento externo para aumentar sua receita. A meta é dobrar os atuais R$ 2,9 bilhões até 2014. Hoje, a Tigre tem 22 fábricas em 10 países - a maior parte delas na América Latina. "São lugares em que temos espaço para crescer", diz Dreher. A exceção, por enquanto, é a Argentina, onde nos últimos dois meses a empresa teve de demitir 10% dos funcionários.

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