A estratégia do McDonald's para deixar de ser alvo

Se há uma empresa que reúne a ira de ativistas contra a indústria do fast food, essa empresa é o McDonald's. A líder de mercado é alvo de protestos contra quase tudo: da globalização à morte de animais. Mas as críticas mais duras dizem respeito à possível contribuição da rede para o aumento dos casos de obesidade.

O Estado de S.Paulo

19 de novembro de 2012 | 02h08

A última estratégia da companhia para lidar com os ataques foi anunciada nos Estados Unidos em setembro: o McDonald's vai estampar o valor energético dos lanches nos painéis de suas lojas (a medida entra em vigor no Brasil no ano que vem). Antes disso, a rede já havia começado a vender frutas e saladas e reduziu o sódio e o açúcar de alguns de seus produtos.

Mas oferecer opções mais saudáveis aos consumidores não encerra o problema de imagem da cadeia. Outra estratégia é se aproximar da comunidade médica. Neste ano, a rede vai participar do Congresso da Associação Brasileira de Nutrologia e do Ganepão, um tradicional evento brasileiro de nutrição clínica. "Se o mercado está mudando, o McDonald's também está", diz Hélio Muniz, diretor de comunicação do McDonald's no Brasil.

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