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'A fronteira de expansão de cartões é regional'

As redes de varejo regional são a aposta da CSU CardSystem para aumentar sua base de cartões. A empresa é a maior processadora de cartões independente do mercado brasileiro, ou seja, que não é vinculada a um grupo bancário. A companhia processou 9 milhões de novos cartões em 2011 e encerrou o ano com uma base de 24,5 milhões de plásticos sob sua administração. O diretor executivo da CSU CardSystem, Wanderval Alencar, falou sobre o crescimento desse mercado.

O Estado de S.Paulo

16 de abril de 2012 | 03h08

Qual é o segmento mais aquecido?

O cartão híbrido respondeu por 55% dos novos plásticos processados em 2011. Ele é uma junção do cartão private label, que é o cartão de loja, com o cartão com bandeira. Assim, o cartão de uma rede varejo vem com bandeira Visa ou Mastercard, por exemplo, e pode ser usado em outros estabelecimentos, como um cartão de crédito tradicional. Em 2012, a expansão híbridos deve continuar.

Por que a emissão desses cartões cresceu tanto?

Eu acredito que isso é uma consolidação das mudanças provocadas pela abertura do mercado de cartões, que rompeu com a exclusividade da Cielo e da Redecard, que aceitavam apenas as bandeiras Visa e Mastercard (respectivamente). Isso permitiu abrir a aceitação de outros cartões para o mercado inteiro.

Qual foi o reflexo para as redes de varejo regionais?

O crescimento dos cartões de redes regionais está muito forte. Elas tiveram a oportunidade de ampliar a aceitação do seu cartão próprio. As empresas regionais são a nova fronteira de expansão dos cartões de crédito. Estamos negociando com várias no País. Qualquer empresa que tenha um grande número de clientes pessoa física é meu alvo.

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