Taba Benedicto/Estadão
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'A internacionalização era um caminho natural'

Gympass, plataforma de acesso a academias, estreou no mercado externo em 2015, no México

Renée Pereira, O Estado de S.Paulo

05 de setembro de 2019 | 09h00

A Gympass, plataforma de assinatura de acesso a academias, começou seu programa de internacionalização em 2015, três anos depois de sua criação. “Decidimos explorar o mercado externo quando vimos que nossos clientes brasileiros estavam satisfeitos”, diz o vice-presidente da companhia, Juliano Ballarotti. “Mas nosso produto, como tem aplicação global, era natural fazermos esse movimento.”

A escalada da empresa no mercado internacional foi rápida. Em 2015, a empresa estreou no México. No ano seguinte, já havia entrado na Espanha, França, Itália e alguns países do oeste europeu. Tudo isso foi a preparação para a empresa chegar aos Estados Unidos, mercado considerado mais exigente. A estreia no mercado americano ocorreu em 2017 junto com outros países da América Latina, como Chile e Argentina.

Hoje a empresa está presente em 14 países, com 48.200 academias – sendo 21.500 no Brasil e 26 mil, no exterior. Outros mercados estão sendo analisados pela empresa, que em junho deste ano se tornou um novo unicórnio brasileiro (empresa que alcança US$ 1 bilhão em valor de mercado). A Ásia está no radar da companhia, pelo tamanho da população, diz Ballarotti.

“Nesse processo, fomos nos preparando e agora sabemos como entrar em novos países. Cada vez conseguimos treinar melhor nossos executivos para passar a cultura da Gympass”, completa o executivo. Ele destaca, entretanto, que é preciso entender que em todos os mercado em que a empresa está ainda há muito o que fazer. 

Segundo Ballarotti, no Brasil, apenas 5% da população faz atividade física monitorada. Em outros países, completa o executivo, esse porcentual está entre 10% e 15%. “No Brasil, ainda há muito o que conquistar.”

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