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A taça do mundo é nossa, fabricada de gesso e vendida a R$ 50 cada

Mecânico carioca produz réplicas do troféu da Copa 2014 e já tem um estoque de 600 para oferecer aos torcedores durante os jogos

Economia & Negócios,

28 de abril de 2014 | 18h00

SÃO PAULO - A Copa ainda não começou, mas alguns brasileiros já podem cantar sem medo que 'a taça do mundo é nossa, com o brasileiro, não há quem possa...'. Um deles é o mecânico de manutenção de máquinas Jarbas Carlini, de 46 anos, que abriu uma linha de montagem de réplicas do troféu da Copa 2014 da Fifa e já tem algumas centenas delas à disposição para torcedores interessados.

Ele diz que não se trata de um negócio profissional, mas apenas uma paixão de torcedor que vibra com futebol da Seleção brasileira e também do Batafogo, seu time de coração. Mas, como tem muita gente querendo por a mão no troféu, ele vende as réplicas de gesso pintadas de dourado a R$ 50 cada para vizinhos e amigos.

O estoque já reservado para o período da Copa já passa das 600 unidades. "Não quero transformar em um negócio formal porque a Fifa vai querer cobrar os direitos e daqui a pouco a Polícia Federal vem bater na minha porta para acabar com a brincadeira", explica.

Com orgulho, ele guarda uma das réplicas autografadas por Neymar, e conta que entregou uma taça para o técnico Luiz Felipe Scolari, no dia da convocação dos jogadores para a copa das Confederações, em 2013, e outra para o técnico Carlos Alberto Parreira.

As réplicas são de gesso e pesam dois quilos, menos da metade da verdadeira, de ouro, que pesa cinco quilos. Carlini produz as taças desde quando viu o jogador Dunga, capitão do tetracampeonato mundial, erguer a taça em 1994.

A primeira foi moldada com massinha de modelar sobre um velho abajur que tinha formato parecido. Ele foi a muitos jogos no Maracanã levando o troféu, que quebrou dois anos depois. Mas, diante de tanto sucesso, resolveu fazer uma nova e tirar o molde para reproduzir em série.

Sua produção é exposta na vitrine que ele construiu diante da sua casa, e muitos visitantes passam por lá para pedir para erguer o troféu só para tirar uma foto.

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