A trajetória de Tombini no Banco Central

Funcionário de carreira, presidente do órgão assumiu o cargo em 2011; quebra de protocolo às vésperas de decisão sobre a taxa de juros e manutenção da Selic arranharam a credibilidade do BC

O Estado de S.Paulo

21 de janeiro de 2016 | 22h24

A manutenção da Selic em 14,25% ao ano pelo Banco Central na primeira reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) de 2016 gerou mal-estar no mercado e arranhou a credibilidade do órgão. Na véspera do anúncio da decisão, um comentário do presidente da casa, Alexandre Tombini, a respeito de projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) para a economia brasileira causou reviravolta nas apostas de analistas sobre a taxa de juros, embaralhando as expectativas. O episódio fez com que o funcionário de carreira da instituição ficasse no centro das atenções do mercado financeiro. Relembre sua trajetória.

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