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E-Investidor: "Você não pode ser refém do seu salário, emprego ou empresa", diz Carol Paiffer

A vez da Unicamp e da UFRJ

As mudanças na equipe econômica, no BNDES e no Ipea consolidam - pela primeira vez no governo Lula - uma supremacia dos economistas heterodoxos da Unicamp e da UFRJ sobre os ortodoxos da PUC e FGV do Rio. De 2003 a 2005, economistas do meio heterodoxo (ou desenvolvimentista) e ligados ao PT ficaram de fora do governo. Uma exceção foi Carlos Lessa, indicado à presidência do BNDES. Mas suas críticas ao Banco Central lhe custaram o cargo. Em 2006, com a saída de Antônio Palocci da Fazenda e a decisão de se acelerar os investimentos para tentar reeleger Lula, a configuração começou a mudar, e no próprio Ministério da Fazenda. O ministro Guido Mantega, desenvolvimentista, mudou o comando do Tesouro Nacional e trouxe o economista Nelson Barbosa, da UFRJ, para o ministério. Até o cargo de representante do Brasil no FMI foi entregue a um dos maiores críticos do organismo, Paulo Nogueira Batista Jr..

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