Abastecer com etanol é vantajoso em apenas 7 Estados

Abastecer com etanol está vantajoso em apenas sete Estados, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP), compilados pela Agência Estado, referentes ao período de uma semana que se encerra hoje. Os preços médios do combustível verde caíram em 16 Estados nesta semana e subiram em 9 Estados.

EDUARDO MAGOSSI, Agencia Estado

18 de dezembro de 2009 | 18h29

O etanol está competitivo no tanque na Bahia, Goiás, Mato Grosso, Paraná, Pernambuco, São Paulo e Tocantins. A vantagem sobre a gasolina é calculada considerando que o poder calorífico do motor a álcool é de 70% do motor à gasolina. Nessa relação, abastecer com gasolina é mais vantagem em 19 Estados e no Distrito Federal. Em Mato Grosso do Sul, é indiferente o uso do etanol ou da gasolina no tanque de combustível. Desde a segunda quinzena de outubro, com a alta dos preços do etanol, a gasolina passou a ser vantajosa em mais Estados do que o etanol.

Segundo o levantamento, os Estados onde a vantagem do etanol é mais significativa são Mato Grosso (preço do etanol é 57,89% do preço da gasolina), Goiás (62,51%), São Paulo (64,29%) e Paraná (65,59%). Já a gasolina está mais vantajosa principalmente em Roraima (preço do etanol é 79,87% do valor da gasolina), Rio Grande do Sul (79,40%), Pará (77,57%), Espírito Santo (75,35%), Amapá (75,33%) e Santa Catarina (74,38%).

Segundo a ANP, o preço mínimo registrado para o etanol foi de R$ 1,239 por litro no Estado de São Paulo. O preço máximo foi de R$ 2,9 por litro registrado no Acre. Na média de preços, o menor preço médio foi o de São Paulo, a R$ 1,57 por litro e o maior preço médio foi registrado em Amapá, a R$ 2,173 por litro.

O levantamento também revela que os preços médios do etanol combustível subiram nos postos de 9 Estados no período analisado. As cotações caíram em 16 Estados. Em dois Estados os preços permaneceram estáveis. As maiores quedas foram registradas na Bahia (-1,22%) e Ceará (-1,14%). As maiores altas foram registradas no Acre (2,74%) e Rio de Janeiro (2,06%).

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