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ABBC prevê maior volume de crédito em 2001

O presidente da Associação Brasileira de Bancos (ABBC), Jorge Eduardo Prada Levy, prevê maior volume de crédito, redução nas margens de ganhos dos bancos e alongamento dos prazos das operações em 2001. Ele prevê ainda a continuidade da queda nas taxas de juros em 2001, alongamento dos prazos das operações e uma redução na margem de ganho dos bancos nas operações com a maior concorrência com os bancos estrangeiros. Na sua opinião, a expectativa é de crescimento da economia entre 4% e 5%, podendo ser maior se houver a reforma tributária. Ele considera uma distorção o sistema tributário atual baseado no PIS, Cofins e CPMF. Ao mesmo tempo, acredita ser um avanço o novo sistema de pagamentos que retira do Banco Central a responsabilidade pela solvência dos compromissos das instituições financeiras. ABBCO novo presidente, Jorge Eduardo Prada Levy, assume a presidência da ABBC, em substituição a Antonio Carlos de Lauro Castrucci, para mandato de dois anos (2001 e 2002). A associação foi criada em 1983 por 33 bancos pequenos, que não se sentiam representados na Federação Brasileira das Associações de Bancos (Febraban). Atualmente, a ABBC congrega 80 dos 180 bancos brasileiros e possui também entre seus associados instituições internacionais como Santander, Citibank e BankBoston.

Agencia Estado,

02 de janeiro de 2001 | 12h19

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