Abimaq considera fim do IPI insuficiente para o setor

A decisão do governo de antecipar o cronograma de corte gradual do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para máquinas e equipamentos foi bem recebida pela Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), mas ainda é insuficiente para reduzir a níveis adequados os tributos que incidem sobre o setor. O presidente da Abimaq, Newton de Mello, disse a carga sobre máquinas e equipamentos é de 25,2%, o que significa que a cada cinco máquinas compradas pelas indústrias, uma equivale a impostos. Com a desoneração total prevista no novo "pacote de bondades", o nível total de impostos cairá para 23,2%. "A decisão do governo mostra que estamos no bom caminho, pois reduz o custo para quem faz investimento produtivo. Mas o volume de impostos ainda é incongruente para um setor que emprega muito, exporta e é a base da modernização industrial do País", disse Mello à Agência Estado. A Abimaq defende o ressarcimento imediato do PIS/Cofins, atualmente em 12 meses, e do ICMS (48 meses) ou a isenção total dos tributos no fornecimento.

Agencia Estado,

13 Maio 2005 | 16h29

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