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Abinee avalia que manutenção dos juros impede crescimento

O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Elétrica e Eletrônica (Abinee), Carlos de Paiva Lopes, afirmou que a manutenção da Selic, a taxa básica de juros da economia, em 26,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) impede qualquer tentativa de crescimento da economia. "O que é lamentável, porque os problemas do Brasil, de emprego, de baixa renda, só se resolvem se o País começar a crescer", disse. Ele queixou-se de que o Copom não adotou nem sequer uma sinalização. "Com uma taxa desse tamanho, 1% de queda seria uma sinalização boa", afirmou. Para ele, o ano já está comprometido para alguns setores, independentemente de os juros começarem a cair no próximo mês. "É o caso dos bens de consumo duráveis", citou. Para Paiva Lopes, o início do ano que vem ainda não está comprometido. "Os reflexos de um corte de juros começam a aparecer em quatro meses, mais ou menos. Se houver diminuição no segundo semestre, o primeiro trimestre do ano que vem não fica prejudicado", finalizou.

Agencia Estado,

21 de maio de 2003 | 18h09

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