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Abrapp aponta limitações em mudança de regras para fundos

Os fundos de pensão consideram importante a decisão do Conselho Monetário Nacional de possibilitar o aumento de 10% para 15% da participação dos empréstimos no total da carteira de investimentos, mas o endividamento individual dificulta a expansão expressiva no crédito. A avaliação é de Fábio Mazzeo, presidente da Metrus Instituto de Seguridade Social (dos funcionários do Metrô) e diretor regional da Abrapp (Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar). Os dados da Abrapp de junho de 2003 demonstravam que os empréstimos chegavam a 2,8% e os financiamentos imobiliários a 1,8% do total da carteira. Ou seja, os empréstimos estavam bem abaixo do limite máximo anterior de 10%. Mazzeo diz que por eventual falta de renda ou planejamento há uma preocupação da exposição excessiva a crédito por parte dos participantes, fazendo com que os fundos limitem a concessão. O dirigente diz que o empréstimo permite um benefício imediato ao participante dos fundos de pensão e com taxas bem abaixo das do mercado. No caso das linhas de crédito da Metrus para desconto na folha de pagamentos dos funcionários da Companhia Metropolitana de São Paulo, os juros são de 1,8% ao mês mais Taxa Referencial (TR), ficando bem abaixo das taxas de 7% a 9% ao mês no cheque especial e mesmo dos empréstimos com desconto em folha (em consignação) com juros da ordem de 3,5% ao mês.

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