Abrasca defende corte no Orçamento

O presidente da Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca), Alfried Plöger, apóia o corte de R$ 5,3 bilhões no orçamento deste ano anunciado pelo governo para compensar as perdas com a demora na votação da prorrogação da CPMF. Para ele, o corte deveria ocorrer mesmo sem a perda esperada de arrecadação com a CPMF. "Em um ano eleitoral é preciso controlar a tendência de mão aberta do governo", disse.O empresário afirmou que os bancos de investimento têm rebaixado a nota do Brasil, pois os candidatos à presidência não têm garantido a continuidade da política fiscal do atual governo. Ele acrescentou, no entanto, que "há muita especulação embutida nessas análises de bancos de investimentos".Ele lembra que a SEC (comissão de valores mobiliários dos Estados Unidos) está investigando bancos que são coordenadores de lançamentos de papéis no mercado (em aberturas de capital e subscrições), ao mesmo tempo em que os analistas das mesmas instituições recomendam a venda das ações.

Agencia Estado,

15 de maio de 2002 | 17h04

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