Abrinq aposta em consórcios para ampliar exportações

A formação de consórcios de micro e pequenas empresas voltados para exportação é a aposta da Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq) para aumentar as vendas externas, que no ano passado somaram US$ 38 milhões (o setor faturou R$ 1 bilhão em 2001). Segundo Synésio Batista da Costa, presidente da entidade, a estratégia já começou a dar resultados. "Na feira de Nova York, que está terminando agora, um consórcio de nove pequenas empresas de São Paulo vendeu mais de US$ 1 milhão para lojas do interior dos Estados Unidos", afirmou Costa, hoje, à Agência Estado. Essa foi a primeira experiência de comércio internacional das nove empresas que participaram do evento, segundo Costa. Ele já formou outro consórcio, desta vez com sete empresas do pólo de Laranjal Paulista, para ir às feiras de brinquedos de Paris e Nuremberg (Alemanha) em março. "Os consórcios melhoram a logística das empresas, favorecem a negociação com os fornecedores de matérias-primas, diminuindo custos, e aumentam o volume de produção, proporcionando um melhor aproveitamento da mão-de-obra", explicou o presidente da Abrinq.

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