Ação da Apple fecha com cotação recorde

Primeira da lista das empresas mais valiosas, fabricante do iPad chega a US$ 605 bilhões em valor de mercado

NAYARA FRAGA, ESTADÃO.COM.BR, O Estado de S.Paulo

18 de agosto de 2012 | 03h09

As ações da empresa fundada por Steve Jobs alcançaram nova máxima ontem, reafirmando a posição da Apple como a companhia mais valiosa do mundo. Os papéis da empresa fecharam a US$ 648,11, em alta de 1,85% - depois de atingir US$ 648,19 durante o dia. A cotação recorde anterior, de US$ 644, havia sido registrada em abril.

O aumento no valor das ações coincide com os rumores sobre a chegada do próximo iPhone. O analista Peter Misek, do banco de investimento Jefferies, afirmou que existe a possibilidade de o aparelho ser anunciado em meados de setembro, segundo o Wall Street Journal.

"Ele elevou sua estimativa de preço (para o papel da Apple) para US$ 900, de US$ 800, e previu que o iPhone 5 possa ser 'o maior lançamento de aparelho na história'", diz o jornal.

A expectativa é de que o próximo iPhone tenha uma tela maior, com 4 polegadas, e um novo design. Imagens que circulam pela internet indicam que o aparelho terá uma placa de alumínio na parte de trás e um conector menor. O blog iMore disse no início do mês ter obtido, com fontes confiáveis, a informação de que o iPhone 5 será apresentado em 12 de setembro.

O valor de mercado de mais de US$ 605 bilhões da Apple significa quase 50% mais que o valor da petroleira Exxon Mobil, a segunda companhia mais valiosa do mundo, avaliada em cerca de US$ 408 bilhões.

Mini-iPad. O lançamento do smartphone pode vir acompanhado de um iPad menor, se os rumores que correm nos sites americanos se confirmarem. Publicamente, Steve Jobs sempre condenou a produção de um mini-iPad, dizendo que todos os tablets menores que o iPad estariam mortos logo que lançados.

Mas uma troca de mensagens de correio eletrônico entre executivos da Apple, revelada recentemente, mostrou a abertura da companhia para a ideia de um tablet de sete polegadas.

O site de tecnologia Mashable acredita que a demanda pelo mini-iPad pode ser "enorme".

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