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Ação do G20 é necessária após acordo da zona do euro--França

O acordo fechado na cúpula da União Europeia salvou o euro do colapso, mas medidas mais amplas são necessárias no encontro do G20 --grupo dos 20 países mais importantes-- na próxima semana para manter o mundo desenvolvido longe de uma nova recessão, disse o ministro francês das Finanças, François Baroin, nesta quinta-feira.

REUTERS

27 de outubro de 2011 | 09h43

Em um esforço para encerrar dois anos de crise, os líderes da zona do euro chegaram a um acordo para os bancos aceitarem uma perda de 50 por cento na dívida grega, além de reforçar o poder de fogo do fundo europeu de resgate.

"É (esta resposta) que tirará a zona do euro do problema, que permitirá que a economia se recupere e que estabilizará a zona do euro e o crescimento global", disse Baroin à rádio RTL.

Questionado sobre se o acordo tinha salvo o euro, Baroin disse: "Sim, é claro. Havia um risco de contágio, foi uma crise sistêmica. "

Demorou mais de oito horas de negociações para os banqueiros, chefes de estado e o Fundo Monetário Internacional (FMI) chegarem ao acordo, que eles esperam que evitará que a crise se agrave.

Baroin disse que o acordo foi um passo na reconstrução da confiança, mas que os líderes do G20 -cujo atual presidente é a França-- precisam tomar outras medidas na cúpula na próxima semana na cidade francesa de Cannes.

"O G20 precisa tomar medidas necessárias e detalhadas para países que ainda estão consolidando seus Orçamentos, para manter os seus esforços, e medidas concretas para os países que podem dar suporte à atividade global, para fazer isso", ele disse.

(Reportagem de Vicky Buffery)

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