Acionistas da Celesc recusam renovar ativos de geração

Usinas relativas à decisão são Bracinho, Garcia, Cedros, Selto, Ivo Silveira, Palmeiras e Pery 

Agência Estado,

30 de novembro de 2012 | 16h00

Acionistas da Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc) votaram nesta sexta-feira, 30, em assembleia geral extraordinária (AGE), por recusar a adesão aos termos de renovação antecipada das concessões de usinas da Celesc Geração. As usinas relativas à decisão são Bracinho, Garcia, Cedros, Selto, Ivo Silveira, Palmeiras e Pery.

Segundo o diretor-presidente da Celesc, Antonio Marcos Gavazzoni, a empresa entrou com ação ordinária com pedido de liminar para a suspensão do prazo para assinatura do Quarto Termo Aditivo ao Contrato de Concessão nº O55/99, até a análise definitiva de insurgência deduzida pela companhia, especialmente quanto às condições para a prorrogação da concessão da usina Pery.

A companhia entrou também com mandado de segurança preventivo com pedido liminar no sentido de suspender o prazo para assinatura do Termo Aditivo ao Contrato da Concessão de Geração, até o exame definitivo do recurso administrativo interposto pela concessionária. O governo definiu que a assinatura dos novos contratos de concessão ocorrerá na próxima terça-feira (04).

Segundo a ata da AGE, os acionistas Sinergia, Sindinorte e Sintresc votaram pela renovação das concessões, ressalvando "que a MP 579 coloca os trabalhadores do Sistema Elétrico em quadro gravíssimo, com a possibilidade de demissões em massa, aumento da terceirização nas atividades e enfraquecimento brutal de empresas que são polos regionais de desenvolvimento".

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