Ações asiáticas fecham em alta e índice chinês atinge máxima de 3 anos

Os mercados asiáticos atingiram nova máxima de um mês nesta quinta-feira, com investidores apostando que mais estímulos dos bancos centrais na China e na Europa vão fortalecer a economia global.

HIDEYUKI SANO, REUTERS

27 de novembro de 2014 | 07h50

Às 7h45 (horário de Brasília), o índice MSCI que reúne ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão avançava 0,29 por cento, enquanto as ações de Xangai subiram à máxima de três anos, ampliando o rali após o corte inesperado na semana passada nas taxas de juros da China. O índice acumula alta de 8,2 por cento até agora no mês.

"O corte nos juros mostrou claramente que as autoridades chinesas estão muito atentas para sustentar a economia. Então mesmo que os dados econômicos da China venham bastante fracos, os investidores estão convencidos que não haverá um pouso forçado", disse o presidente da TS China Research, Naoki Tashiro.

O índice japonês Nikkei caiu 0,78 por cento à medida que o iene teve leve retomada, mas registra ganhos de 5,1 por cento até agora no mês, segundo melhor desempenho entre mercados na região, atrás da China, na sequência do surpreendente estímulo do banco central do Japão ao final de outubro.

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