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Ações da Droga Raia estreiam em alta de 8,75%

As ações da Droga Raia estrearam ontem na Bolsa de Valores de São Paulo com uma forte alta de 8,75%, fechando o dia cotadas a R$ 26,10. A oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da Droga Raia movimentou até R$ 654,697 milhões, de acordo com dados registrados na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O preço por ação foi definido em R$ 24, no teto da faixa indicativa determinada pela empresa para a operação - que variava de R$ 19 a R$ 24 por ação.

ANDRÉ MAGNABOSCO, LUCIANA COLLET E VINÍCIUS PINHEIRO, O Estado de S.Paulo

21 de dezembro de 2010 | 00h00

A última abertura de capital do ano provocou grande euforia no mercado. A procura pelos papéis da companhia superou a oferta em pelo menos seis vezes, conforme apurou a Agência Estado. Com isso, os pedidos de reserva dos investidores de varejo no IPO da Droga Raia foram atendidos integralmente até o valor de R$ 9.480,00, o equivalente a 395 ações. As reservas acima desse valor não foram realizadas.

Durante cerimônia que marcou o início das negociações dos papéis da Droga Raia, o diretor-presidente da BM&FBovespa, Edemir Pinto, disse acreditar que o ano de 2011 na Bolsa será marcado pela abertura de capital de empresas com atuação em setores associados ao consumo. Ele enfatizou que outras empresas com perfil semelhante devem seguir o caminho da rede de varejo farmacêutico. "Acredito que boa parte dos IPOs (abertura de capital das empresas) será atrelada ao setor de consumo", destacou.

Questionado se outras redes farmacêuticas podem se juntar ao grupo de empresas do setor com capital aberto, Edemir Pinto despistou, para, em seguida, afirmar que aposta em outra área ligada à saúde: a de laboratórios farmacêuticos. "O aumento da renda per capita vai começar a fazer diferença a partir de agora, principalmente no setor de consumo", reforçou, sem dar pistas sobre as possíveis interessadas.

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