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Ações da TAM já acumulam queda de mais de 17% desde acidente

Na terça-feira, um Airbus A-320 da companhia perdeu o controle depois de aterrissar no Aeroporto de Congonhas em São Paulo

Cláudia Ribeiro, do estadao.com.br,

20 de julho de 2007 | 22h47

Desde o acidente com o Airbus A-320 da TAM, na terça-feira, dia 17, as ações preferenciais PN (sem direito a voto) da companhia já perderam 17,4%. Os papéis da Gol também sentiram o impacto do acidente sobre a credibilidade do setor, acumulando perda de 7,5% no mesmo período.   Lista de vítimas do acidente do vôo 3054  O local do acidente  Quem são as vítimas do vôo 3054  Histórias das vítimas do acidente da TAM  Galeria de fotos  Opine: o que deve ser feito com Congonhas?  Cronologia da crise aérea  Acidentes em Congonhas  Vídeos do acidente  Tudo sobre o acidente do vôo 3054   Agora, os dois papéis estão praticamente empatados em termos de desvalorização acumulada este ano, na casa dos -16,5%. Nesta sexta-feira, os papéis da TAM encerraram o dia vendidos a R$ 54,78, em baixa de 3,04% em relação ao dia anterior. Na quarta e na quinta-feira, a queda foi maior, de 9,08% e 8%, respectivamente.   Na terça-feira, um Airbus A-320 da companhia perdeu o controle depois de aterrissar no Aeroporto de Congonhas em São Paulo. A aeronave saiu da pista principal do aeroporto, atravessou a avenida Washington Luis e chocou-se contra um depósito da companhia, matando todas as pessoas a bordo. No horário do acidente, o mercado de ações já tinha fechado e as ações das empresa foram vendidas no fina do dia a R$ 66,32.   Durante a semana, analistas do mercado de ações divulgaram recomendações contra as ações de companhias aéreas. Logo na quarta, o Citigroup reduziu de "comprar" para "manter" a sua recomendação para as ações da TAM.   Analistas avaliam que os dados de demanda de passageiros que serão divulgados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) no começo de agosto ainda não apontarão claramente a queda verificada a partir de 17 de julho. Já os dados de agosto - que serão anunciados no começo de setembro - serão fundamentais para determinar o futuro do setor a curto e médio prazos.

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