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Ações do Google atingem máxima histórica de US$ 1 mil

As ações do Google dispararam para uma alta histórica, acima de US$ 1 mil na manhã de ontem depois que a empresa de buscas divulgou forte crescimento em publicidade móvel e de vídeo, o que ajudou as receitas trimestrais a crescerem 23%.

O Estado de S.Paulo

19 de outubro de 2013 | 02h18

Ao menos 16 corretoras elevaram seus preços-alvo para as ações para valores entre US$ 880 e US$ 1.220, com o Deutsche Bank subindo seu preço-alvo em 26%. As ações subiram 13% para US$ 1.007,40 após a abertura do pregão na Nasdaq, antes de caírem alguns dólares em seguida.

O Google disse que cliques pagos aumentaram 25% no trimestre encerrado em setembro, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Isso compensou uma queda de 8% na média de custo por clique - a unidade de referência para que anunciantes paguem ao Google quando os anúncios são clicados.

Para enfrentar a queda nos preços de custo por clique, o Google implementou em fevereiro um serviço para ajudar os publicitários a anunciar em uma combinação de smartphones, tablets e computadores pessoais. Segundo a J.P. Morgan, o esforço representou uma grande chance para a empresa.

Analistas destacaram também a capacidade do Google de gerar receita com seu site de transmissão de vídeo, o YouTube. Os anúncios em vídeo no site cresceram mais de 75% no trimestre, ante o ano anterior, agora com 40% do tráfego sendo gerado em dispositivos móveis.

"Estimamos que o importante ativo do Google, o YouTube, gerou aproximadamente US$ 4 bilhões em receitas em 2012, posicionando o Google muito bem para o forte crescimento de anúncios em vídeo" , escreveram analistas da RBC Capital Markets em uma nota.

Analistas da Jefferies disseram que o Google está bem posicionado para o mercado móvel, graças ao um bilhão de dispositivos Android ativados e à venda de apps e conteúdo pela loja virtual Google Play. A empresa baseada em Mountain View, Califórnia, divulgou uma disparada de 32% nas receitas obtidas no resto do mundo (excluindo Reino Unido) durante o trimestre. / REUTERS

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