Ações fecham em alta, lideradas por Itália

As ações europeias fecharam em alta nesta quinta-feira com baixo volume de negociações, lideradas pela bolsa italiana, que teve desempenho superior ao de seus pares, após o Senado do país expulsar o ex-primeiro-ministro Silvio Berlusconi, alimentando esperanças de estabilidade para o atual governo.

BLAISE ROBINSON, Reuters

28 de novembro de 2013 | 15h59

O índice FTSEurofirst 300, que reúne os principais papéis do continente, subiu 0,35 por cento, para 1.305 pontos, maior nível de fechamento desde 2008.

No entanto, o volume de negociações ficou baixo --representando apenas cerca de dois terços do volume diário médio dos últimos três meses-- uma vez que Wall Street não abriu devido ao feriado do dia de Ação de Graças.

As ações italianas atraíram atenções, com o índice de Milão FTSEMib subindo 0,92 por cento, liderado por papéis de bancos como UniCredit, Intesa Sanpaolo e UBI Banca.

Na noite de quarta-feira, o Senado italiano expulsou Berlusconi devido a condenação por fraude tributária e o primeiro-ministro, Enrico Letta, disse que o governo continuará avançando com o programa de reformas.

"Traz mais visibilidade sobre o governo italliano. Investidores apostam que as coisas serão mais estáveis daqui em diante", afirmou o analista de mercados do Brown Editore, Riccardo Designori.

Em LONDRES, o índice Financial Times fechou em alta de 0,08 por cento, a 6.654 pontos.

Em FRANKFURT, o índice DAX subiu 0,39 por cento, para 9.387 pontos.

Em PARIS, o índice CAC-40 ganhou 0,22 por cento, para 4.302 pontos.

Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 0,92 por cento, para 19.099 pontos.

Em MADRI, o índice Ibex-35 avançou 0,52 por cento, para 9.859 pontos.

Em LISBOA, o índice PSI20 encerrou em alta de 0,48 por cento, para 6.507 pontos.

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