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Acordo de gás com Bolívia pode ganhar mais 10 anos

Os governos do Brasil e da Bolívia estão estudando a prorrogação, por mais dez anos, do contrato de compra e venda de gás natural entre os dois países. O atual contrato vale até 2019. Objetivo da prorrogação, segundo a ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff, é diluir os custos fixos e obter preços menores para o produto, ?o que pode levar a uma significativa ampliação competitiva do mercado?.A ministra se reuniu hoje com o ministro da Mineração e Hidrocarbonetos da Bolívia, Jorge Berindoague. Segundo Dilma, a prorrogação foi sugerida pelo ministro boliviano. ?E nós achamos muito boa?, afirmou. Os dois países desejam ampliar a integração da estrutura de gás, extensiva também à Argentina e ao Chile. Essa integração do Cone Sul, disse a ministra, é estratégica para o desenvolvimento regional.Para o ministro boliviano, o crescimento da economia brasileira vai necessitar de um fluxo de energia considerável e que a ampliação do mercado de gás no Brasil é vital para a Bolívia.

Agencia Estado,

22 de maio de 2003 | 19h18

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