Acrefi prevê grande mudança macroeconômica em 2015

Para presidente da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimentos, mudança virá 'com Dilma ou sem Dilma'

Gustavo Porto, Agência Estado

14 de abril de 2014 | 15h44

O presidente da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimentos (Acrefi), Érico Ferreira, cobrou, há pouco, em coletiva online realizada pela instituição, uma ampla reforma macroeconômica no País em 2015, independente de quem seja o presidente da República. "A (presidente) Dilma (Rousseff) continua como grande favorita, mas com Dilma ou sem Dilma haverá uma mudança grande na situação macroeconômica, dado ao fato de exaustão de modelo de consumo e a necessidade imperiosa de uma economia de investimentos", disse.

Segundo Ferreira, são necessárias "privatizações e concessões de todos os investimentos possíveis previstos para o País", principalmente em infraestrutura, para que economia possa ter um caminho sustentável "e não esse sobe e desce, que gera insegurança ao investidor", completou o presidente da Acrefi. Ferreira cobrou ainda uma reforma política ampla no País, porque, segundo ele, "é impossível governar com essa quantidade de partidos políticos, sem efeitos programáticos", concluiu.

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