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Acrefi proporá a governo redução do IR sobre renda fixa

SÃO PAULO - O presidente da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), Érico Ferreira, disse na manhã desta quinta-feira, 17, que levará ao presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, e ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, proposta solicitando redução do Imposto de Renda sobre as aplicações em renda fixa.

FRANCISCO CARLOS DE ASSIS E BEATRIZ BULLA, Agencia Estado

17 de outubro de 2013 | 09h00

A ideia, de acordo com ele, é de que a tributação seja zerada para aplicações em renda fixa com prazo de cinco anos. Hoje, a tributação, segundo informa o site da Receita Federal, é de 22,5% sobre aplicações com prazo de até seis meses; 20% em aplicações com prazo de 6 meses e 1 dia até 12 meses; 17,5%, em aplicações com prazo de 12 meses e 1 dia até 24 meses; e 15% em aplicações com prazo acima de 24 meses.

Ferreira defende que a alíquota de IR caia progressivamente para 10% sobre aplicações com mais de 3 anos, para 5% em aplicações acima de 4 anos e seja zerada para quem não resgatar a aplicação em renda fixa antes de cinco anos.

"A nossa proposta é que o imposto continue caindo e no prazo de cinco anos seja zerado", disse Ferreira. O total de recursos aplicados atualmente em renda fixa, segundo a Acrefi, é de R$ 1,4 trilhão.

O anúncio de Ferreira foi feito durante o 8º Seminário Internacional Acrefi - Crise, Crédito e Crescimento. Participaram também do evento os ex-presidentes do BC Affonso Celso Pastore e Gustavo Loyola e o ex-ministro da Fazenda Delfim Netto, além de economistas estrangeiros.

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