ACSP recomendará repasse do fim da CPMF aos preços

Após a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e a Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio), foi a vez da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) anunciar que recomendará a seus associados a redução no preço dos produtos do valor equivalente à CPMF. Com a derrota do governo na votação da prorrogação do tributo no Senado, a contribuição deixa de ser cobrada a partir de janeiro de 2008.Segundo o presidente da ACSP, Alencar Burti, a redução dos preços dá credibilidade e mostra a coerência do movimento formado por várias entidades que cobraram o fim do chamado imposto do cheque. "É preciso mostrar à população que não é só o rico que paga a CPMF", enfatizou. Ele afirmou que é favorável ao uso do tributo apenas como uma forma de combate à sonegação.Burti, porém, não soube informar qual será o impacto do fim da contribuição. "Não basta chegar no caixa e pedir um desconto de 0,38%. A CPMF é um imposto em cadeia, que varia de produto para produto", justificou, durante entrevista coletiva na sede da entidade.

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