AEB teme que isenção a aço importado vire precedente

A Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) qualificou como "válida" a tentativa do governo de evitar um repasse da alta do aço para a cadeia produtiva, mas demonstrou preocupação que a decisão de reduzir a zero o imposto sobre o aço importado possa abrir um precedente para outros setores. "Não é desejável dar prioridade ao mercado externo sobre o fabricante nacional", disse o vice-presidente executivo da AEB, José Augusto de Castro.Para o especialista, o governo está tentando oferecer mais uma alternativa, a da importação, "teoricamente num preço menor do que no mercado interno". A questão, indicou Castro, é que a cotação do produto no País é praticamente a mesma do que no exterior. O executivo da AEB explicou que é preciso mais tempo para avaliar se a medida será bem sucedida.

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